Ah! Tédio que se aloja em minhas linhas
e nas entrelinhas há um beijo que não existe
mas Sinto os lábios dados por outros
e não tenho mais vontade de escrita
nem de fibras das saias que se contorcem
num movimento enigmático e antipático
sempre na tentativa em me convencer
que não passo de um poeta quieto
e fingido.
fingido...
ido...
naquelas tardes onde o tempo me violentou,
adentrou sem devaneio
arrancando cheiro, sangue e hímen.
Eu sei que minto!!!
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Era tão belo!
meus olhos quebraram
meus olhos se foram
sem luz
apenas a escuridão sufocada
me domina
me toma
como parte de uma extensão
que não quero acreditar
...
Vi a luz e era tão atraente.
meus olhos se foram
sem luz
apenas a escuridão sufocada
me domina
me toma
como parte de uma extensão
que não quero acreditar
...
Vi a luz e era tão atraente.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Nunca estive tão amargo, e ai que vejo a ironia feminina.
(prostitutas brancas passam e não ligam para meu código fálico)
Neste momento a embriagues me toma.
As palavras não buscam rima.
A nostalgia me compromete numa solidão de adolescente pronto a sujar as mãos com fluidos pecaminosos
(prostitutas brancas passam e não ligam para meu código fálico)
Neste momento a embriagues me toma.
As palavras não buscam rima.
A nostalgia me compromete numa solidão de adolescente pronto a sujar as mãos com fluidos pecaminosos
(assim dizia a religião dogmática de quinta).
Conhaque no copo, cerveja fria, vinho aberto e duas carteiras de cigarro.
Lá está... Toda pomposa com o pó branco embaixo dos braços.
Maldita menina que antes da Crisma cuspia naftalina.
Lá está... A Senhora imbecilidade fumando ópio no quintal da vizinha.
Maldita menina que antes da comunhão enfiava a mão nas próprias fibras.
Injuriado me encontro em brasas
Desgostado com etanol entre os lábios
Inútil diante este vicio que te contamina longe da minha argila
Grito a frescura do hálito e não espero contradição
Vá! Apaga o cigarro
Cheire o medo que se encontra por baixo dos amores
Cheire a porcaria que se encontra na porcelana do vaso
Cheire o branco que não combina com a pele escura que absorvo
Cheire a canela longe dos meus pratos.
Apenas cheire... E sorria.
fui a escoria
fui a PORRA do coringa que se contaminou com a amante suicida.
Conhaque no copo, cerveja fria, vinho aberto e duas carteiras de cigarro.
Lá está... Toda pomposa com o pó branco embaixo dos braços.
Maldita menina que antes da Crisma cuspia naftalina.
Lá está... A Senhora imbecilidade fumando ópio no quintal da vizinha.
Maldita menina que antes da comunhão enfiava a mão nas próprias fibras.
Injuriado me encontro em brasas
Desgostado com etanol entre os lábios
Inútil diante este vicio que te contamina longe da minha argila
Grito a frescura do hálito e não espero contradição
Vá! Apaga o cigarro
Cheire o medo que se encontra por baixo dos amores
Cheire a porcaria que se encontra na porcelana do vaso
Cheire o branco que não combina com a pele escura que absorvo
Cheire a canela longe dos meus pratos.
Apenas cheire... E sorria.
fui a escoria
fui a PORRA do coringa que se contaminou com a amante suicida.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Para Juliana
Renegar o passado ou fazer dos erros uma trajetória de beijos [...]
O lápis rabisca os contornos, num ritmo de criança peralta... O lápis atinge o sentido da escrita, a essência se perde nos prazeres de lábios molhados. Eu a vi, percebi os contrastes, dissipei a cachaça em cálices trincados, mesmo assim bebi, gostei, amei...
estava ali para ser amado!
Conquistar! "in vino veritas est". A verdade está no vinho. Unicamente no vinho
Isto é celebrar.
Celebrar uma grande paixão de contos de fadas... Achei que fadas não existissem
Mas estão por aí
para alegrar minha partida numa rima mais sensata e divertida.
Você! Meu pedaço de nostalgia... De sonhos absurdos. De meninices perdidas.
Renegar o passado ou fazer dos erros uma trajetória de beijos [...]
O lápis rabisca os contornos, num ritmo de criança peralta... O lápis atinge o sentido da escrita, a essência se perde nos prazeres de lábios molhados. Eu a vi, percebi os contrastes, dissipei a cachaça em cálices trincados, mesmo assim bebi, gostei, amei...
estava ali para ser amado!
Conquistar! "in vino veritas est". A verdade está no vinho. Unicamente no vinho
Isto é celebrar.
Celebrar uma grande paixão de contos de fadas... Achei que fadas não existissem
Mas estão por aí
para alegrar minha partida numa rima mais sensata e divertida.
Você! Meu pedaço de nostalgia... De sonhos absurdos. De meninices perdidas.
domingo, 4 de outubro de 2009
Pensei
E não temo o velhinho com flores na mão...temerei a criança com a jovialidade cuspindo em minha cara
preferiria o asilo a conviver ao lado de uma maternidade
todos envelhecem, menos a amizade e o amor...temerei o tempo que me rasga, mas não temerei os instantes que vivi dentro do templo de poemas e palavras faceiras - tudo tão esfuziante!
preferiria o asilo a conviver ao lado de uma maternidade
todos envelhecem, menos a amizade e o amor...temerei o tempo que me rasga, mas não temerei os instantes que vivi dentro do templo de poemas e palavras faceiras - tudo tão esfuziante!
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